quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Próxima Exibição: O Ciclo - 03/12/2011


O FILME:
Vencedor do Leão de Ouro de Melhor Filme no Festival de Veneza, mas censurado no Vietnã,  seu próprio país. O diretor Anh Hung Tran ganhou o direito de filmar nas ruas da cidade de Ho Chi Minh por conta do sucesso de seu filme anterior, O Cheiro da Papaya Verde, que produzira resultados que em nada afetavam o governo do país, seguindo um estilo contemplativo e inocente. Os dois filmes citados, e mais um posterior, seriam nomeados pela crítica como Trilogia do Vietnã. O Ciclo segue a linha mais radical da "trilogia", realçando a estética em contraste com a pobreza do país asiático. O diretor segue uma narrativa "contemplativa" pra exibir uma história cheia de personagens que se cruzam, criando um ambiente complexo e realista; ao mesmo tempo, busca exibir o Vietnã ainda arcaico inserido num mundo globalizado. É nessa contradição entre o moderno e o tradicional que O Ciclo exibe um país marcado pela cultura ocidental, mas em condições típicas do subdesenvolvimento.

O DIRETOR:
Anh Hung Tran nasceu no Vietnã, mas mudou-se para a França ainda pequeno, com seus pais. Formou-se em Publicidade, mas logo encarou a carreira de cineasta. Seu primeiro filme, O Cheiro da Papaya Verde, foi bem recebido pela crítica, garantindo a ele participações em festivais e uma indicação ao Oscar. O sucesso de seu primeiro filme deu ao diretor a permissão do governo para filmar nas ruas do Vietnã (seu primeiro filme foi todo filmado em estúdio). O polêmico O Ciclo venceu diversos festivais, mas foi censurado pelo governo do país, (repetitivo) . Depois de tal fato, Anh Hung Tran não voltaria a ter a mesma relação com o governo de seu país. Permance ativo no cinema asiático e vive um casamento com a atriz Tran Nu Yên-Khê com quem trabalhou em seus três primeiros filmes.

Sinopse: Um jovem condutor de riquixá tem sua bicicleta furtada e fica endividado com a mulher que a alugava. Ela o manda para Poet, um gângster e cafetão que, por sua vez, o faz cometer atos de vandalismo e pequenos furtos para saldar sua dívida. Ele não sabe que Poet também persuadiu sua irmã a trabalhar como prostituta, atendendo clientes ricos que pagam em dólares americanos. Os dois irmãos são levados à corrupção sob o controle do mesmo homem.
País: Vietnã
Ano: 1995

DATA DE EXIBIÇÃO: 03/12 (SÁBADO)
LOCAL: Complexo de Comunicação da Faculdade Integrada Tiradentes, Fits (último bloco)
ENTRADA FRANCA
HORA: 15:00

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Próxima Exibição: O Homem que Virou Suco - 12/11/11



O FILME:
Produzido em 1981, ainda sob o governo militar, o filme de João Batista de Andrade é uma ode aventureira, nada convencional, sobre a migração nordestina para a maior cidade do país. Longe de buscar um dramalhão social, o filme surpreende com seu humor e ironia, destacando pontos importantes da luta social no Brasil. As greves dos metalúrgicos do ABC, a precária situação dos migrantes que chegam em São Paulo e a violência policial dão o tom de toda a trama. Seu grande diferencial está no personagem central, que vai a São Paulo não pra ganhar a vida como operário, mas como poeta. O filme foi vencendor de vários prêmios no Brasil e no exterior, tendo vencido o Festival de Moscou. Vale sempre destacar a ótima atuação de José Dumont e a trilha-sonora de Vital Farias.

O DIRETOR:
Escritor, roteirista, cineasta e ativista político, João Batista de Andrade começou sua carreira cinematográfica fazendo parte do “Grupo Kuatro”. Seus filmes sempre dão ênfase  às lutas políticas e sociais brasileiras. Entre seus filmes destacam-se Doramundo (1978), O País dos Tenentes (1987) e O Tronco (1998). Permance ainda ativo no cinema brasileiro.

Sinopse: Deraldo (José Dumont) é um poeta popular nordestino recém-chegado a São Paulo, que sobrevive de suas poesias e folhetos. Ele é confundido com um operário de uma multinacional que matou o patrão na festa em que recebia o título de operário símbolo.
País: Brasil
Diretor: João Batista de Andrade
Ano: 1981
Elenco: José Dumont, Aldo Bueno, Rafael de Carvalho, Ruthinéa de Moraes, Denoy de Oliveira, Dominguinhos, Ruth Escobar, Vital Farias



DATA DE EXIBIÇÃO: 12/11 (SÁBADO)
LOCAL: Complexo de Comunicação da Faculdade Integrada Tiradentes, Fits (último bloco)
ENTRADA FRANCA
HORA: 14:30

Mapa da Faculdade Integrada Tiradentes (Fits):

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

MOSTRA: As Mulheres de Fassbinder

O cinema de Fassbinder  tem alma!  A alma do próprio artista, Fassbinder, e a alma de toda uma nação, a Alemanha!


Cena de "Bolwieser", filme que abrirá a Mostra.
Fassbinder e a atriz Rosel Zech no filme "Veronika Vöss".

Enfant terrible do cinema alemão, homossexual assumido, Rainer Werner Fassbinder carrega para suas obras, segundo ele mesmo, uma sensação de deslocamento que beira o desespero e o isolamento completo. Não cai, porém, no clichê do cineasta gay; suas obras nunca tiveram os temas focados na homossexualidade, embora possuam, como ele já afirmou, uma “sensibilidade homossexual”.

Máscaras são levantadas por seus complexos personagens que parecem não ter lugar para assumir suas verdadeiras identidades. Foram tantas as jornadas que Fassbinder promoveu no decorrer de seus mais de 40 filmes, construídos ao longo de curtos 14 anos de carreira. Ele filmava o equivalente a uma obra a cada 100 dias!

Gênio criativo, produzia com fervor e espontaneidade. Era grande fã do alemão radicado nos Estados Unidos, Douglas Sirk, um papa do melodrama dos anos 50. Observando e subvertendo o “grande mestre”, desenvolveu um estilo  atrevido, debochado, elegante e inteligentíssimo. Decidiu pela amenização do sentimentalismo e uma estilização mais fria do gênero melodramático; o seu propósito, segundo suas próprias palavras, era o de criar filmes “como os de Hollywood, porém sem a hipocrisia”.

Cena de "Maria Braun", o mais premiado filme do diretor.
Fassbinder nunca foi uma unanimidade enquanto estava vivo, e talvez depois de sua morte também não. Faleceu aos 36 anos por uma overdose de cocaína, ainda hoje questionada enquanto suicídio. Fassbinder filmou seu país exaustivamente, abordando culturalmente, socialmente, geograficamente, e mesmo psicanaliticamente. Ele deitou a Alemanha em um divã e extraiu, através de sua análise, obras que até hoje os críticos consideram importantíssimas para a compreensão da sociedade alemã do pré e pós II Guerra. Fassbinder também tentava encontrar sua identidade, ou afirmá-la.  Mantinha relações explosivas e pessoais com seus atores, muitos deles  sendo seus amantes na vida fora das telas, e alguns deles ainda, levados à loucura pelo turbilhão do homem que não descansava. Assistir aos filmes do diretor é quase assistir uma biografia, com personagens reais.

Fassbinder adorava espelhos, amava os reflexos, e seus personagens eram os reflexos perfeitos para seus temas, para a Alemanha e para o próprio Fassbinder.

Cena de "Lola", último filme da Trilogia das Mulheres.
Nesta mostra realizada entre o Cineclube Projeção e Cine Ideário, exibiremos quatro filmes do genial realizador alemão, buscando paralelos em sua obra. Os quatro filmes que serão exibidos situam-se em quatro momentos diferentes da Alemanha do século XX, partindo da conturbada República de Weimar aos delírios do plano Marshal nos anos 50. Em meio a isto, tem espaço a história de 4 mulheres, vivendo em momentos distintos, com seus dramas pessoais que muito se ligam à própria condição da Alemanha. Não são, no entanto, um retorno a um momento histórico, mas sim, uma visão dura e crítica do diretor sobre a sociedade do momento da própria realização dos filmes. Estamos falando da Alemanha dos anos 70 e 80, momento de conservadores no poder, de “terroristas”, de movimentos de esquerda nas ruas. A Alemanha encontra-se dividida sob, de um lado, um modelo de doutrina comunista e, de outro, sob o julgo do capital internacional. É partindo dessa realidade que Fassbinder exibe o drama dos carros motores da economia alemã do pós-guerra: As mulheres.

Nunca um reflexo foi tão belo e cruel.

Informações das Sessões:
Dia 13 (quinta-feira) - "Bolwieser" (1977), 18:30h, no Ideário.
Dia 15 (sábado) - "O Casamento de Maria Braun" (1979), 18h, no sebo Dialética.
Dia 20 (quinta-feira) - " O Desespero de Veronika Voss" (1982), 18:30h, no Ideário.
Dia 22 (sábado) - "Lola" (1981),18h, no sebo Dialética.

ENTRADA FRANCA!




Endereço:
Cine Ideário: Rua Gerson Wanderley, 410, Cruz das Almas
Sebo Dialética: Rua do Uruguai, nº 110, Jaraguá (próximo ao Emilia Clark na rua da Capitania dos Portos).

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Próxima Exibição: Paisagem na Neblina - 10/09/11

O FILME:
Enigmática obra do cinema europeu dos anos 80 e também um divisor de águas  na carreira do diretor grego Theodoros Angelopoulos. O filme ainda possui muitas carecteristicas que marcariam seu estilo, tanto cinematograficamente quanto no tema. O que faria esse filme ser tão marcante é o inicio de uma fase de grande subjetividade, onde o retorno a infância e a busca de uma visão desta seria marca presente nos filmes futuros do diretor. Essa subjetividade mantém um elo de uma perspectiva política, buscando siginificados e compreensões para o declinio da luta e dos regimes de esquerda na europa balcânica no final dos anos 80. Sua critica às fronteiras (que mais tarde seria tão bem utilizada para descrever o horror das guerra da divisão da Iugoslávia), é marca registrada nesse filme, onde os personagens não vêem muros concretos, mas acabam fadados ao isolamento e a prisão.

O DIRETOR:
Sem dúvida o mais consagrado e famoso diretor grego, ficou conhecido por seu estilo cinematografico e por seus temas referentes a região onde mora. Sempre voltado para a história e para as questões balcânicas, mostrou-se um critico e humanista nas questões que envolvem essa região da europa. Ficou conhecido por suas tomadas longas (que nos remete a diretores como Miklós Jancsó), onde buscou o máximo entre tempo dramatico e o que o compem externamente. O tempo sempre foi muito bem trabalhado em seu filmes. Ex-militante de esquerda, estudou direito e literatura antes de se envolver com o cinema. Foi crítico de cinema numa revista de esquerda e sempre manteve uma visão politica sob as mudanças ocorridas dentro e fora de seu país.

Sinopse: Dois irmãos ainda crianças partem em um trem para a Alemanha, onde supostamente vive o pai que nunca conheceram. Durante a viagem, eles enfrentam sérias dificuldades e são obrigados a amadurecer, abandonando precocemente a infância. Vencedor do Prêmio de Melhor Filme Europeu.
País: Grécia
Diretor: Theodoros Angelopoulos
Ano: 1988
Elenco: Tania Palaiologou, Michalis Zeke, Stratos Giorgigoglou, Eva Kotamanidou, Aliki Georgouli


DATA DE EXIBIÇÃO: 10/09 (SÁBADO)
LOCAL: Auditório da Fits (Faculdade Integrada Tiradentes, Bloco C)
ENTRADA FRANCA
HORÁRIO: 15:00

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Exibições 2011: PROGRAMAÇÃO DE SETEMBRO

"PAISAGEM NA NEBLINA"

Prêmio de Melhor Filme Europeu




Sinopse: Dois irmãos ainda crianças partem em um trem para a Alemanha, onde supostamente vive o pai que nunca conheceram. Durante a viagem, eles enfrentam sérias dificuldades e são obrigados a amadurecer, abandonando precocemente a infância.
País: Grécia
Diretor: Theodoros Angelopoulos
Ano: 1988

DATA DE EXIBIÇÃO: 10/09 (SÁBADO)
LOCAL: Auditório da Fits (Faculdade Integrada Tiradentes, Bloco C)
ENTRADA FRANCA
HORÁRIO: 15:00



SESSÃO ESPECIAL 1 ANO DE CINE CLUBE PROJEÇÃO

Exibição de 2 filmes produzidos em comemoração aos 100 anos de cinema.

 "SALVE O CINEMA"

Sinopse: Para homenagear o centenário do cinema, o diretor iraniano Mohsen Makhmalbaf resolveu fazer um documentário sobre pessoas que tentam entrar para esse mundo de sonhos. Ele publicou em um jornal do Teerã um pequeno anúncio, requisitando atores para um filme. Cinco mil candidatos se apresentam, provocando um tumulto inesperado.
País: Irã
Diretor: Mohsen Makhmalbaf
Ano: 1995

"UM TRUQUE DE LUZ"

Sinopse: Essa é a história de Gertrud, a menina que foi testemunha do nascimento do cinema, já que era filha de um dos irmãos Skladanowsky, inventores do bioscópio, a primeira versão do projetor de filmes. Com bom-humor e paixão, Wim Wenders resgata de forma carinhosa as muitas experiências com as imagens de Max e Emil, que se dedicaram de corpo e alma àquela forma de arte até então desconhecida.
País: Alemanha
Diretor: Wim Wenders
Ano: 1995

DATA DE EXIBIÇÃO: 24/09 (SÁBADO)
LOCAL: Auditório da Fits (Faculdade Integrada Tiradentes, Bloco C)
ENTRADA FRANCA
HORÁRIO: 14:30

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Próxima Exibição: Cinzas do Paraíso - 20/08/11

O FILME:
Segundo filme do diretor Terrence Malick é sem dúvida um de seu mais rigorosos visualmente. O triangulo amoroso entre empregado e patrão funciona como base para uma fantástica reconstrução da vida e das relações no meio rural dos Estados Unidos no inicio do século XX. A fotografia primorosa de Nestor Almendros (famoso parceiro do francês Eric Rohmer) é de um rigor que impressiona a cada ano que passa. Boa parte das cenas foram rodados em dois momentos do dia: ao amanhecer e entardecer. Indispensavel não citar a maravilhosa trilha-sonora do italiano Ennio Morricone (Era uma vez no Oeste) na qual buscou inspiração em compositores clássicos como Saint-Saens na produção da música tema. "Cinzas do Paraíso" foi o primeiro filme do diretor a ser premiado em Cannes, vencendo o prêmio de Melhor Diretor.

O DIRETOR:
Terrence Malick sempre foi um nome curioso do cinema norte-americano. Surgiu numa fase de ouro do cinema americano para novos cineastas (Scorsese, Coppola, Bogdanovich). Apesar disso, nunca foi um nome pra grandes bilheterias e produções. Em 40 anos de carreira dirigiu apenas 5 filmes e ficou quase 20 anos sem dirigir. Malick se formou em filosofia e trabalhou como jornalista em revistas como Life. Foi também responsavel por revelar atores como Richard Gere (Cinzas do Paraíso) e consagrar nomes como Martin Sheen (Terra de Ninguém). Foi vencedor em 2011 da Palma de Ouro de Melhor Filme no Festival de Cannes por "A Árvore da Vida".

Sinopse: No início do século XX, Bill e Abby formam um jovem casal que vive e trabalha em Chicago, mas passa a imagem que são apenas irmãos. Quando decidem ir para o sul trabalhar nos campos, em companhia de uma garota, vão parar em uma fazenda no Texas, onde o proprietário se apaixona pela "irmã". Porém, quando o casal descobre que ele está gravemente enfermo e tem pouco tempo de vida, considera o momento adequado para ela aceitar a proposta de casamento, a fim de receber todos os benefícios de tal união.
País: Estados Unidos
Diretor: Terrence Malick
Ano: 1978

DATA DE EXIBIÇÃO: 20/08 (SÁBADO)
LOCAL: Café e Cultura (Rua Hélio Pradines no bairro da Ponta Verde, ao lado do INEI-COC)
ENTRADA FRANCA
HORÁRIO: 17:00

domingo, 7 de agosto de 2011

Próxima Exibição: Nenhum a Menos - 13/08/11

O FILME:
"Nenhum a Menos" do diretor chinês Zhang Yimou é uma bela mistura de comédia e drama que na verdade procura exibir um painel sobre as dificuldades e desafios da educação em países emergentes. Para isso o diretor utilizou como cenário uma pequena comunidade no interior da China, mostrando o drama de uma garota com apenas 13 anos que recebe a difícil missão de substituir e manter todos os alunos de uma escola primária nas aulas regularmente, até que o professor efetivo retorne de uma viagem. Um fato interessante é de que pra realização deste filme, foram usados apenas atores amadores sem nenhuma experiência com atuação. Nesse sentido buscou que todos interpretassem suas próprias vidas com suas dificuldades. O filme foi vencedor de diversos prêmios internacionais, incluindo o Leão de Ouro de Melhor Filme no Festival de Veneza (o segundo na carreira do diretor).

O DIRETOR:
Zhang Yimou é considerado um dos principais nomes do cinema contemporâneo chinês. Começou a carreira nos anos 80 tendo seu primeiro longa (Sorgo Vermelho) agraciado com o Urso de Ouro de Melhor Filme no Festival de Berlim em 1987. Nos anos 90 se destacou com dramas históricos na China anterior a Revolução. Nesses filmes é destaque a parceria com a atriz Li Gong com quem trabalhou em 6 filmes incluindo o já consagrado "Lanternas Vermelhas" (1991). Nessa fase se destacaram os filmes "A História de Qiu Ju" (Vencedor do Leão de Ouro), "Lanternas Vermelhas", "Tempo de Viver" (Prêmio do Júri no Festival de Cannes) e o injustiçado thriller "Operação Xangai". A partir dos anos 2000 buscou trabalhar com épicos de Kung-Fu onde se destacam "Herói" (2002) e "O Clã das Adagas Voadoras" (2004). Zhang Yimou foi um dos responsáveis pela abertura das Olimpíadas na China em 2008.

Sinopse: Gao é professor da Escola Primária Shuiquan e precisa sair de licença para cuidar da mãe doente. Em um lugar distante e pobre, a única pessoa que aceita substituir o professor é uma menina de 13 anos - Wei Minzhi. Ela não tem experiência alguma, mas sua missão é manter todos os alunos na escola, evitando assim a forte onda de evasão escolar. Mas um dos garotos é obrigado a sair para procurar trabalho na cidade. Wei não se conforma, e para trazê-lo de volta inicia uma jornada à procura de seu aluno na cidade grande.
País: China
Diretor: Zhang Yimou
Ano: 1999

DATA DE EXIBIÇÃO: 13/08 (SÁBADO)
LOCAL: Auditório da Fits (Faculdade Integrada Tiradentes, Bloco C)
ENTRADA FRANCA
HORÁRIO: 15:00